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Ponto de Vista







05-02-2011


Um grande apelo!



Neste tempo em que se cria uma Igreja em cada esquina, a Igreja Católica precisa continuar sendo modelo de justiça, de amor, de fé e precisa continuar nos mostrando o rosto de Cristo.
Neste tempo perigoso em que a Igreja Católica passa por escândalos de pedofilia, precisamos de homens sérios, de caráter, honra, respeito, integridade, brio, pessoas ilibadas, assim como o Frei Filomeno, cuja vida é um autêntico testemunho cristão.
Neste tempo em que é moda a busca desenfreada pelo ter, pelo superficial, pelo imediatismo, pelo supérfluo, pelo descartável, pelas aparências;  precisamos de valores sólidos, de uma Igreja que seja modelo de justiça e verdade.
Neste momento em que o Frei Filomeno é tirado da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, precisamos entender estas razões, pois, somos seres pensantes, que aprendemos que a Igreja hoje, diferente daquela da Idade Média, valoriza os anseios, os projetos e o trabalho de uma comunidade unida.
Por que agora? Entendemos o saudável rodízio dos Padres nas Paróquias, mas no caso do Frei Filomeno, porque mudá-lo agora e não  há dez anos? Agora que já fez todas as obras do templo, que a igreja está linda, uma obra de arte! Sem contar o crescimento desta comunidade no tocante à  formação, espiritualidade e oração.
Por que mudá-lo agora, se não houve  motivo algum que o desabonasse?
   Então a Igreja prega uma coisa e faz outra? Não prega a Igreja que é preciso valorizar a riqueza e o trabalho de uma comunidade? Esta comunidade está sofrendo entristecida, inconformada.  A Igreja que deveria, a exemplo de Cristo, levar alento ao povo sofrido, ela traz dor e tristezas? De fato, não faz sentido! Não entendemos este paradoxo! O Frei Filomeno é um sacerdote, mas é um cidadão e, de acordo com o Estatuto do Idoso ( Lei 8.842), é considerado idoso aquele com 60 anos ou mais. O Frei Filomeno completou 70 anos, isto mesmo, 70 anos. Tudo bem que ele tem uma mente brilhante! Mas, o Estatuto do Idoso ressalta a necessidade da manutenção do vínculo famíliar.  Ele já deixou a sua família na Itália e cumpriu com fidedignidade a sua missão aqui, aliás, está cumprindo. Então a Igreja está nos punindo? Não vemos aí o rosto de Cristo. Tirá-lo desta Paróquia é, no mínimo, infração ao Estatuto do Idoso, ao Evangelho de Cristo... é desumano... cruel... injusto demais!
Sabemos que à frente da Igreja estão homens que têm a missão de nos conduzir a Deus, fazendo o que Cristo fez. A igreja precisa ser justa em seu testemunho, pois é isto o que nos ensina. Ela precisa nos mostrar amor e compaixão.  Como nos disse a Madre Tereza de Calcutá: - "Não é o quanto fazemos, mas, quanto amor colocamos no que fazemos"! Quanto amor a Igreja colocou nesta decisão de tirar o Frei Filomeno da nossa Paróquia?
Por favor, tragam o Frei Filomeno de volta para a Paróquia Nossa Senhora de Fátima! Aqui é o seu lugar! A Igreja precisa repensar a sua decisão, pois, com esta decisão nos mostra ser uma Igreja diferente da que conhecemos, está se mostrando injusta, autoritária, desumana, obscurantista, anti-democrática, retrógrada...
A Ordem Franciscana, Província Salernitano Lucana, na Itália, precisa repensar esta decisão! Acreditamos que não tem conhecimento da dor que está nos causando. A Ordem Franciscana é formada por grandes homens e como disse August Graf Von: - "A virtude das grandes almas é a justiça".

Enfermeira Madalena G. Andrade Vieira
Uberlândia – MG - naleandrade@com4.com.br





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04-02-2011


Bem-estar social



O capitalismo de mercado, o capitalismo competitivo produtor de riqueza é incompatível com a igualdade social, fonte de bem-estar na sociedade. A pobreza relativa impede o bem-estar social. A sociedade mais igualitária tem bem-estar social, dependendo da percepção da maioria da população quanto à riqueza e pobreza dos seus concidadãos. Não é apenas o aumento de renda dos pobres que vai gerar bem-estar numa população.

Ricos e pobres serão mais felizes se a desigualdade entre eles diminuir, enquanto distribuição de renda. Reduzir a desigualdade causa bem-estar, não o crescimento econômico. Não haverá bem-estar na sociedade aumentando a renda dos pobres e os ricos ficando mais ricos. Pense se essa bela ideia pode ser verdadeira! Esta tese está em “The Spirit Level”, livro publicado em 2010, de Richard Wilkinson e Kate Pickett, resenhado de maneira brilhante pelo economista André Lara Resende, “Valor”, 28,29 e 30 de janeiro de 2011, páginas 04 a 09, Caderno EU & Fim de Semana.

Vamos expor e explorar as consequências dessa ideia. Bem-estar social define o bem-estar da sociedade como um todo. Não ocorre bem-estar se uma parte da sociedade melhora de vida e a parte mais rica fica tão bem quanto antes ou mais rica com o passar do tempo. Está errado associar crescimento econômico com aumento de renda, aumentando o bem-estar social. No plano individual está em aberto se riqueza aumenta a felicidade ou não.

Aumentar a renda da maioria, diminuindo a distância entre pobres e ricos, contribui para o crescimento do bem-estar. Só a redução da pobreza, mantendo uma grande distância entre os ricos e pobres, não aumenta o bem-estar social. A pesquisa social desses autores confirma/nega o senso comum: crescimento econômico aumenta a renda, aumentando o bem-estar social.

O crescimento econômico é o motor do progresso e da felicidade geral da nação. Não devemos ser contra o crescimento econômico, mas, ao mesmo tempo, não devemos pensar que o bem-estar tem origem aí. Diminuir a distância entre a maioria pobre da minoria rica é buscar o bem-estar social.

O determinante do bem-estar social é a redução das desigualdades de um país com distribuição de renda entre todos os cidadãos, não aumentando a distância entre ricos e pobres com o Bolsa Família. O Estado oferecer comida e moradia para o cidadão que não consegue sozinho é um dever. Mas não deve ser entendido como política suficiente para diminuir as desigualdades, criando bem-estar social no Brasil.

O aumento do poder aquisitivo dos pobres brasileiros não é fonte de bem-estar social. O mercado competitivo depende da má distribuição de renda, impedindo o bem-estar social. Uma sociedade mais igualitária possibilita bem-estar para a maioria da população do país.

Para se ter bem-estar social no Brasil, é preciso acabar com a pobreza relativa: maioria pobre, minoria rica: concentração da riqueza socialmente produzida. Existe correlação forte entre bem-estar social e igualdade. Isso tudo causa medo aos defensores do liberalismo clássico: igualitarismo depende da intervenção do governo para viabilizar esse bem-estar social, implicando a negação da liberdade individual.

Os Estados fortes no século 20, à esquerda e à direita, criaram o comunismo e o nazismo. A saída do liberalismo é aceitar uma única igualdade: a de oportunidades. Ainda existe outra saída para gerar bem-estar social pela intervenção governamental: o Estado de direito democrático. 

João Batista Domingues Filho
Cientista Político e Professor da UFU





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03-02-2011


O aborto e as eleições



No ano passado, vários intelectuais desdenharam em público alguns assuntos. O mais criticado foi o aborto que, para eles, não faria diferença numa eleição presidencial. Este ponto de vista, acho, deve estar certo, dado o nível dos que o defenderam.
Os dados são incríveis: a cada dois dias, o aborto ilegal mata u’a mulher! Isso é barbárie! Algo deve ser feito. Como é que tantas assassinas dos próprios filhos ainda morrem assim? Temos de protegê-las. Para que dedicar atenção àqueles que, dizem, "estão por vir"?
Tenho de concordar que aborto não é assunto para uma eleição presidencial, afinal a vida não é lá muito importante, não é mesmo? Para que proteger seres inocentes (inocência que nem o pecado original lhes tira)?  Só porque, sem a vida, de nada valem os demais direitos? Que tolice, não é mesmo? Já as mães, que podem usar uma infinidade de métodos anticoncepcionais (até o infalível método de não fazer sexo), merecem todos os cuidados, lógico!
Mas aí, dirão alguns: feto nem é gente! Certo! Olha só: um ser que não é gente, vive, mexe-se e alimenta-se da hospedeira...  é verme! E o aborto é "questão de saúde pública", logo temos de livrar as pobres que se deixam engravidar de tão grande mal — com urgência! Não pensar assim é "barbaridade medieval"! (Puxa! O leitor sabia que já foi verme um dia?)
Na verdade, se for certo findar a vida dum filho por ele não ser desejado, por que não abrirmos esse direito aos pais de problemáticos? É só uma definição do que é ser humano; algo que se resolve com uma lei. Sabemos que todo cientista diz que, na hora da concepção, todas as características genéticas do novo ser já estão lá, logo, a hora na qual o “verme” se torna pessoa é arbitrária. Se consideram gente apenas quem tem sistema nervoso, eu sugiro que só se considere quem tiver a capacidade intelectual adquirível aos 21 anos! Razões para isso não faltam: o raciocínio é o que nos aparta do restante da criação, logo quem ainda não pensa de forma madura, não pode ser considerado membro da espécie. E olha que lindo: todo serzinho inconveniente que desobedecer a seus pais será rapidamente descartado! Nada desses que se drogam sei lá por que; nada de moços voltando de madrugada sem dizer onde foram; nada de quase-pessoas (mas não seres humanos) desobedecendo! Vai ser o paraíso! E quem defender o oposto será “retrógrado”, “religioso” (isso deve ser mal, pois usam tanto esta palavra para definir os antiaborticidas!) entre outras palavras igualmente ofensivas.
Outro ponto de grande indignação é o óbvio aspecto puramente religioso da proibição do aborto. Puxa, é vero! Direito à vida só interessa aos que têm religião! (Como não pensei nisso antes?) Sabemos que a tragédia dos abortos clandestinos é problema social e não de religiosos, afinal, estes não pertencem à sociedade, não é mesmo? Dar-lhes voz e voto é sem sentido. O que os religiosos pensam não pode ser levado em conta, mesmo se for o melhor para a população. Se religiosos falarem, seus argumentos serão sempre a imposição de suas respectivas fés, o que é intolerável. Assim se dá com o aborto, afinal, repito, respeitar o direito à vida é apenas devaneio religioso.
Sabe, após muito meditar, concluí que Adolfo Hitler, o alemão, tinha razão. Se ele disse (sem qualquer base científica) que alguns não eram pessoas e que podiam ser usados em pesquisas, por que não lhe seguir o exemplo? Antes eram os judeus entre outros... agora são os fetos. No fim, é tudo igual.

Deolindo Menck
Professor universitário
Uberlândia (MG)





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Comentários




Leandro Xadem
03-02-2011
Deolindo Menck, se o aborto é um problema de saúde pública, em outras palavras, de prejuízo para os cofres públicos, então proponho que, ao completar 8 anos, as meninas tenham seus úteros arrancados e seus seios extirpados, o mesmo para os meninos, arranquem todas as próstatas, afinal, temos milhares de casos de câncer, de dor, por conta da falta de convencimento e acesso a exames preventivos de câncer de colo, mama e próstata. É muito fácil tentar contar a incompetência do Estado dando o braço a torcer com uma injustiça. Se é pra ajudar estado, vamos multilar todos. A economia será maior ainda.




Mario Borges
03-02-2011
Leandro Xadem, o texto do professor Deolindo é cheio de nuances, Ele não quer proteger o Estado, entendi assim, Ele fala em tom irónico sobre o aborto & politica , realmente trata-se de saúde publica que tem que ser tratado a nível de Governo Federal, Estadual e Municipal, e com a ajuda das entidades religiosas e de cunho social, realmente foi uma baixaria ter usado este tema para debates nas eleições passadas, todas as famílias são iguais, qual a família que não teve problemas com parentes ou familiares???




MARCUS MARQUES
03-02-2011
O feto já é um ser humano. A mãe deve pensar muito antes da concepção: hoje temos uma família desestruturada e doente, carente de valores permanentes e afetivos. Afetividade é o ato de cuidar. Sexo sem responsabilidade, nem os animais fazem. Há muitos métodos contraceptivos para os humanos. Matar o feto, é matar uma pessoa, mesmo que ainda informe, mas tem todas as informações do DNA para o seu desenvolvimento. A natureza humana tem uma das características de não assumir os seus atos e suas consequências.E a viagem da culpa que assola as mentes de mulheres, levando muitas ao suicídio???










02-02-2011


Do ofício de viver



O insuportável não é só a dor, mas a falta de sentido da dor, mais ainda, a dor da falta de sentido. (Oswaldo Giacoia Jr.)
Os escritos do filósofo alemão Nietzsche propõem-nos uma luta ferrenha contra tudo e contra todos os que insistem em rebaixar o homem, torná-lo escravo do mundo e dos poderes instituídos. O homem do nosso tempo precisa mergulhar fundo nos textos do referido filósofo, se quiser readquirir a liberdade perdida, o sentido superior da existência, se quiser quebrar os grilhões que o mantêm atado a uma vida de prazeres desordenados, entorpecentes e alienantes. A proposta do filósofo-poeta é que o homem aprenda a se confrontar, superando sua covardia, sua escravidão consentida, sua aptidão demasiado fácil para a submissão, a domesticação.
Nosso tempo exige homens e mulheres “apaixonados” pela vida, capazes de manter a cabeça erguida, apesar das dores do mundo, buscando iluminar (ou decifrar) os enigmas, as engrenagens, as armadilhas sutis da existência, sobrecarregada de vaidades, intrigas e preconceitos. Urge que nos coloquemos a inevitável questão: o que em nós se curva, tão facilmente, à vontade arbitrária de outrem?
Frente à liberdade ameaçada e aos sonhos frustrados, o instinto de sobrevivência  nos impele a buscar alternativas. Para opor-se às tendências culturais dominantes, entre as quais se destaca o atual isolamento social humano, a arte em geral se coloca como uma poderosa força de resistência, um ponto de partida para o novo, para uma transformação radical das estruturas sociais opressivas, desumanas, cruéis. (Que o prezado leitor me perdoe por retomar o mesmo tema. A boca fala do que está cheio o coração). De fato, a arte pode colocar-nos na presença do indizível, preenchendo espaços vazios, dando alento e força para as necessárias transformações. Você, leitor amigo, que conhece a música de um Wagner, de um Mozart, a tragédia grega antiga, os grandes nomes da literatura universal, sabe bem de que falo.
A arte leva-nos a confrontar, com trágica sinceridade, nossos fracassos, nossa intolerância, nossas fraquezas, enfim, a matéria prima (o barro) de que somos feitos. A arte pode confrontar-nos, de forma funda e integral, com nossa ambiguidade, aparentemente sem saída, com nosso desinteresse pela leitura atenta dos caprichos a que a vida nos submete.
A arte nos propõe um desfiar cuidadoso da nossa intimidade e, ao mesmo tempo, um estilo clínico de observar e auscultar o mundo, sem tempo para futilidades, com a determinação e a persistência de condenados à morte (pois que o somos, de fato). Enfim, o convívio com a arte pode ser um modo melhor de lidar com os desacertos, com a crueldade, com a atmosfera envenenada do mundo.
Tropeçando nas palavras, nos acontecimentos, vamos abrindo brechas e clareiras, e com os fiapos da nossa vida banal, quem sabe, possamos reescrever uma narrativa nova, transformando nossa paisagem de desamparados, produzindo um milagre (profano), alimentado pelo desejo forte e profundo de também sermos abraçados pela tal felicidade. Pois, como já disse o cronista Luis Fernando Veríssimo, o ofício de viver requer prática, habilidade e um talento incomum. A vida, minha gente, não é pra qualquer um!

Shyrley Pimenta
Psicóloga clínica – Uberlândia
ivsant@terra.com.br





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01-02-2011


Dois viadutos e uma ponte (II)



Reportando-me à carta do leitor Antônio das Graças Lopes, publicada na edição do dia 27 passado, sob o título “Dois viadutos e uma ponte”, permito-me fazer algumas considerações com o devido respeito.

Preliminarmente, discordo do leitor quando afirma que nestes seis últimos anos — refere-se, evidentemente, à administração do prefeito Odelmo Leão — o “concreto” foi priorizado, em desconsideração às pessoas desta cidade. Aliás, é estranha essa formulação, que procura contrapor as obras públicas materiais às sociais, ou o desenvolvimento econômico ao social, como se pudessem caminhar isoladamente ou não mantivessem direto e indissolúvel relacionamento.

Em nenhum momento o prefeito tem descurado da feição social de seu governo enquanto realiza obras de cunho desenvolvimentista. As próprias obras que o leitor menciona — de passagem, como ruas, avenidas, pontes, viadutos — não são construídas “em detrimento do social”, mas exatamente em função dele, porque, além de indispensáveis, geram empregos e oportunidades e se destinam a facilitar a locomoção, a melhorar o transporte público, a valorizar o aspecto urbanístico, a criar condições de prosperidade, tudo isso propiciando ganhos sociais.

Mas, sobre essas obras, entre as quais o professor Lopes se esqueceu de incluir inúmeras outras no campo do saneamento, do abastecimento de água, da energia elétrica — que também são obras “de concreto”, mas de cunho social (a “infraestrutura subterrânea” a que ele se refere) — o atual prefeito tem contabilizada uma série de ações na saúde, na educação, no meio ambiente e em toda a área social.

Sem entrar em detalhes, bastaria citar o Hospital Municipal, novas unidades de saúde, escolas, creches, assistência à criança, ao adolescente e ao idoso, cursos profissionalizantes, programas de combate às drogas, acessibilidade, melhoria e expansão do transporte público, construção de centenas de moradias populares, pavimentação, programas de inclusão cultural e esportiva, enfim, toda uma gama de empreendimentos com reflexos altamente positivos sobre a qualidade de vida da população.

O prefeito tem que enaltecer a parceria com o Estado, cuja ausência foi sempre reclamada por governos municipais passados e por toda a cidade. Trata-se de reconhecer a participação do governo de Minas em obras fundamentais como o hospital, o Condomínio Habitacional Cidade Verde, o Sabiazinho, as UAIs, as escolas, a Estrada do Pau Furado, o setor de segurança pública, as obras viárias.

Será que o professor Antônio Lopes prefere que o município continue sem receber do Estado aquilo que efetivamente merece? O bem da cidade, por acaso, é o que ele chama de “atavismo pessoal com governadores”?! Finalmente, pelo alto índice de aprovação popular, o prefeito Odelmo pode sentir-se gratificado. Mas, trabalhando e convivendo com ele há dez anos, sei que não é essa a sua índole.

Absolutamente comprometido com sua missão, grato ao povo de Uberlândia que o reelegeu no primeiro turno, o que ele quer é cumprir integralmente seu mandato com a responsabilidade de entregar a cidade bem melhor do que a recebeu e preparada para continuar crescendo com solidez e sustentabilidade nos próximos governos municipais. 

Seu maior desejo é edificar uma obra definitiva, para fazer uma Uberlândia cada vez mais digna de seus antecessores e de todos aqueles que ajudaram e ajudam a construir a história desta cidade.

Gerson Abrão
Servidor municipal, professor e advogado





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Leandro Xadem
01-02-2011
Mestre Gerson Abrão, o que resta saber agora é... quanto isso vai custar para Uberlândia... Entendeu?




Taumartugo Ferreira
01-02-2011
E isso ai senhor Gerson, defender o patrão para manter o emprego de todos os seus familiares... excelente funcionário público tudo em vosso favor como assessor.




BRENNER GONÇALVES
01-02-2011
Fazer um discurso engrandecendo o prefeito é muito bom, quando se é da base aliada. Acredito que tudo o que ele faz não passa de obrigação de um governante, e é por isso que o elegemos, mas me encontro contrariado com os objetivos que tem repercutido ultimamente. Fizeram o condominio Verde para rico, e o ditado disse que era pro trabalhador, vai lá um pobre pagar 12.000,00 reais de entrada para morar lá e depois mais 300 meses e condominio. Outra coisa cade os estudos da Guarda Municipal, tenho certeza que vai ficar para o próximo mandato os estudos e a criação e tantas outras promessas de campanha para agariar votos. Servidor Público não mente e nem promete o que não está ao seu alcance. Brenner Gonçalves Servidor municipal, professor e Quimico




Maria de Fátima
02-02-2011
Fez e ferá um governo "obreiro" porque teve um apoio incondicional do governo federal`.Queria ver ele governar quandoFHC era presidente,que não vinha nada para esta cidade.Hoje temos um senador mineiro na época governador,que colocou até polícia em Furnas para que ele(FHC) não a privatizasse,e hoje o dito senador lambe o chão que ele pisa.Quando Lula iniciou seu governo ,o Brasil estava fechado para balanço e justamente os dois últimos anos do Doutor Zaire Rezende como prefeito.Tempos difíceis.Hoje quem quizer ver os investimentos do governo federal na cidade tem todos os números no portal transparência do governo federal.E não é só ver não, temos que ver como este dinheiro esta sendo aplicado,é nosso direito de ver todas as contas públicas ,pois elas são pagas com os impostos que pagamos.




LAURA VILELA
03-02-2011
CARO E NOBRE COLEGA DE PROFISSÃO!! APENAS POR SER TAMBEM ADVOGADA!!! ADVOGAR CAUSA SOMENTE EM INTERESSE PROPRIO, POIS E LOGICO QUE O SENHOR COMO SERVIDOR PUBLICO (LAMBE BOTAS DO PREFEITO) JAMAIS DISCORDARIA DE QUALQUER COISA QUE ELE FIZESSE OU FALASSE.. FAVOR TER A DIGNIDADE DE POSTAR O MEU COMENTARIO!!
















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